Não foram poucas as vezes em que me peguei pensando em você. Não foram poucas as noites em que, com a cara enfiada no travesseiro, as lágrimas mais grossas escorreram dos meus olhos. Não foram poucos os dias em que meu coração apertou no peito, e batia veloz sem a menor razão. Não foram poucos os abraços que você me cedeu, e que me manteram de pé, mesmo sem você perceber. Não foram poucos os beijos com gosto de último, os beijos pesados, os lábios com gosto de choro. Não foram poucas as vontades que tive de nunca mais te soltar. Não foram poucos os sorrisos sinceros, limpos, sem uma sensação ruim atrapalhando. Não foram poucos os pensamentos ruins, e os bons. Não foram poucas as limpezas na mente, aquela brancura infinita, aquele vazio que fazia bem. Não foram poucas todas aquelas lembranças que eu guardei na memória, para sorrir e chorar quando me lembrar de você. E tudo ajuda. As fotografias tiradas de você, ou ao seu lado, os textos escritos por sua causa, as brigas com pessoas queridas por achar que você era melhor que elas, não foram poucas as vezes, você sabe. As músicas que eu peguei para nós… tudo que teve até a menor contribuição para causar aquilo que eu sentia por dentro e por fora, mas que não havia explicação. Indescritível. Você é mesmo assim. E sempre me faltarão palavras na hora de dizer. Porque elas têm esse poder, de machucar e de alegrar, de fazer sangrar e de fazer melhorar. Igual você.
sábado, fevereiro 5
Não foram poucas as vezes em que me peguei pensando em você. Não foram poucas as noites em que, com a cara enfiada no travesseiro, as lágrimas mais grossas escorreram dos meus olhos. Não foram poucos os dias em que meu coração apertou no peito, e batia veloz sem a menor razão. Não foram poucos os abraços que você me cedeu, e que me manteram de pé, mesmo sem você perceber. Não foram poucos os beijos com gosto de último, os beijos pesados, os lábios com gosto de choro. Não foram poucas as vontades que tive de nunca mais te soltar. Não foram poucos os sorrisos sinceros, limpos, sem uma sensação ruim atrapalhando. Não foram poucos os pensamentos ruins, e os bons. Não foram poucas as limpezas na mente, aquela brancura infinita, aquele vazio que fazia bem. Não foram poucas todas aquelas lembranças que eu guardei na memória, para sorrir e chorar quando me lembrar de você. E tudo ajuda. As fotografias tiradas de você, ou ao seu lado, os textos escritos por sua causa, as brigas com pessoas queridas por achar que você era melhor que elas, não foram poucas as vezes, você sabe. As músicas que eu peguei para nós… tudo que teve até a menor contribuição para causar aquilo que eu sentia por dentro e por fora, mas que não havia explicação. Indescritível. Você é mesmo assim. E sempre me faltarão palavras na hora de dizer. Porque elas têm esse poder, de machucar e de alegrar, de fazer sangrar e de fazer melhorar. Igual você.
